segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Relatório sobre o Blog assuntos abordados ( Responsabilidade Social e Empreendedorismo X  Franquias)


Responsabilidade Social Empresarial e Empreendedorismo
A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) tornou-se um fator de competitividade para os negócios. No passado, o que identificava uma empresa competitiva era basicamente o preço de seus produtos. Depois, veio à onda da qualidade, mas ainda focada nos produtos e serviços. Hoje, as organizações devem investir no permanente aperfeiçoamento de suas relações com todos os públicos dos quais dependem e com os quais se relacionam: clientes, fornecedores, empregados, parceiros e colaboradores. Isso inclui também a comunidade na qual atua o governo, sem perder de vista a sociedade em geral.
            Fabricar produtos ou prestar serviços que não degradem o meio ambiente, promover a inclusão social e participar do desenvolvimento da comunidade de que fazem parte, entre outras iniciativas, são diferenciais cada vez mais importantes para as empresas na conquista de novos clientes ou consumidores.
            O negócio baseado em princípios socialmente responsáveis não só cumpre suas obrigações legais como vai além. Tem por premissa relações éticas e transparentes e assim ganhar condições de manter o melhor relacionamento com parceiros e fornecedores, clientes e funcionários, governo e sociedade. Ou seja: quem aposta em responsabilidade e diálogo vem conquistando mais clientes e o respeito da sociedade.
            A maneira como as empresas realizam seus negócios define sua maior ou menor Responsabilidade Social Empresarial. O conceito da RSE está relacionado com a ética e a transparência na gestão de negócios e deve refletir-se nas decisões cotidianas que podem causar impactos na sociedade, no meio ambiente e no futuro dos próprios negócios.
            De um modo mais simples, podemos dizer que a ética nos negócios ocorre quando as decisões de interesse de determinada empresa também respeitam o direito, os valores e os interesses de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, são por elas afetados.
            Assim, uma empresa pode oferecer o melhor produto ou serviço imaginável para seus consumidores e clientes, mas não estará sendo ética em suas relações com a sociedade se, por exemplo, no desenvolvimento de suas atividades não se preocupar com a poluição que gera no meio ambiente.
            Transparência é outro conceito que muito tem a ver com ética. A falta de transparência na condução dos negócios pode prejudicar não só clientes e consumidores, mas também a própria empresa. Se ela sonega, por exemplo, uma informação importante sobre seus produtos e serviços, poderá ser responsabilizada, mais tarde, por omissão.
            Responsabilidade Social Empresarial, diz respeito à maneira como as empresas realizam seus negócios: os critérios que utilizam para a tomada de decisões, os valores que definem suas prioridades e os relacionamentos com todos os públicos com os quais interagem.
            De modo geral, os comentários no Blog focaram bastante o significado em si da Responsabilidade Social(Ana Claudia) e a importância das organizações adotarem a política de RSE e as vantagens que a Responsabilidade Social traz para as empresas e seus stakeholders, as demais postagens.
            Os colegas que postaram os comentários sobre a RSE demonstraram conhecimento e segurança do assunto, além de compartilhar o conhecimento com os demais colegas.
            Com relação ao assunto de Empreendedorismo e franquias, sabe-se que empreender significa ousar, colocar todo o seu potencial, força e energia em um projeto no qual você realmente acredita. Significa motivar sua equipe para que todos se unam por um objetivo comum: ajudar a melhorar a vida das pessoas que compram seu produto ou serviço e, quem sabe, ajudar a construir um país melhor.
O Franchising é um método para a distribuição de produtos e/ou serviços cujo sucesso depende, fundamentalmente, da capacidade de se reproduzir, em diferentes locais e sob a responsabilidade de diferentes pessoas, um mesmo "conceito de negócio". Num relacionamento de franquia, há normalmente duas partes: de um lado, o franqueador (o dono da marca e do sistema e quem concede a franquia) e, de outro, o franqueado (aquele que implanta a loja, o restaurante, a assistência técnica ou o que seja que o franqueador o autorize a instalar, operar e administrar).
O Sistema de Franchising garante uma série de benefícios a quem pretenda operar o seu próprio negócio. Além de oferecer a oportunidade de trabalhar com uma marca conhecida, uma boa franquia pressupõe a existência de um conceito de negócio previamente testado e aprovado no mercado.

            Os comentários no blog foram coerentes e demostraram domínio e um bom entendimento dos colegas sobre o assunto. Para a equipe é gratificante perceber que conseguimos repassar de maneira satisfatória o assunto que nos foi proposto, cumprindo nosso papel com eficiência.

domingo, 17 de novembro de 2013




        "Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida"

                                                           Sócrates

EMPREENDEDORISMO X FRANQUIAS



1.    O que é empreender ?

Acredito que uma das melhores formas de buscarmos nossos sonhos e desejos é nos tornando empreendedores. É não se conformar com o natural, com o comum, com o corriqueiro e ter convicção para ir buscar mais, sempre mais, cada vez mais.  
O simples ato de querer empreender já é um grande passo capaz de dar rumo às suas conquistas. É claro que este é um caminho árduo, afinal, isto implica em se forçar a sair da comodidade, do salário garantido no final do mês, da inércia e da mesmice. No entanto, empreender significa também ousar, colocar todo o seu potencial, força e energia em um projeto no qual você realmente acredita. Significa motivar sua equipe para que todos se unam por um objetivo comum: ajudar a melhorar a vida das pessoas que compram seu produto ou serviço e, quem sabe, ajudar a construir um país melhor.
Não ter medo de arriscar (mesmo quando todos ao seu redor falam que você está errado ou que é doido), saber se planejar e estar sempre aberto a coisas novas, são características necessárias aos empreendedores, em especial aos que se aventuram na Internet. Afinal, este é um setor bastante mutável onde tudo acontece muito rápido. Empreender é saber encarar um obstáculo ou um insucesso, apenas como um estágio a ser superado em direção à obtenção do resultado almejado é acreditar em si próprio sem desmerecer ninguém, é chegar em primeiro lugar onde outros não conseguiram, por mais que tentassem ou quisessem.
Empreendedor é aquele indivíduo que mesmo estando desempenhando uma atividade que não seja a que mais lhe agrada, procura fazê-la da melhor maneira possível e busca se destacar a ponto de ser reconhecido como referência naquela atividade. Por tudo isso, imaginemos as enormes provabilidades de sucesso de um empreendedor que venha a exercer uma atividade da qual seja um especialista e, simultaneamente um apaixonado
Por isso, respondendo a pergunta do título, empreender é, a meu ver, superar obstáculos, surpreender as pessoas, é a sensação de prazer obtida com a realização de um sonho é o prêmio recebido por aquele que ignorou as pressões contrárias, que se libertou dos paradigmas, que acreditou em si mesmo, que manteve o foco e que atingiu o resultado até então inimaginável pelos demais conquistar seu espaço e principalmente, deixar a sua marca neste mundo tendo a certeza de que fez a sua parte.

            



 2. O que é Franchising?

O Franchising é um método para a distribuição de produtos e/ou serviços cujo sucesso depende, fundamentalmente, da capacidade de se reproduzir, em diferentes locais e sob a responsabilidade de diferentes pessoas, um mesmo "conceito de negócio".
A uniformidade ou padronização da rede é um dos fatores de sustentação do Franchising. Ou seja, ao pedir um hambúrguer em Porto Alegre, o cliente deverá receber o mesmo tratamento e o mesmo produto que receberia num outro estabelecimento da mesma rede, situado, por exemplo, em Manaus.
Num relacionamento de franquia, há normalmente duas partes: de um lado, o franqueador (o dono da marca e do sistema e quem concede a franquia) e, de outro, o franqueado (aquele que implanta a loja, o restaurante, a assistência técnica ou o que seja que o franqueador o autorize a instalar, operar e administrar).
O Sistema de Franchising garante uma série de benefícios a quem pretenda operar o seu próprio negócio. Além de oferecer a oportunidade de trabalhar com uma marca conhecida, uma boa franquia pressupõe a existência de um conceito de negócio previamente testado e aprovado no mercado.

 Vantagens e Desvantagens do Sistema

VANTAGENS
Para Franqueador:
·                    Expansão veloz: O Franchising permite que o franqueador aumente sua base de atuação em ritmo muito mais veloz do que lhe seria possível se dependesse apenas de seus recursos próprios para instalar, operar e gerir novas unidades.
·                    Estrutura central reduzida: Uma estrutura pequena, formada por uns poucos profissionais de bom nível, pode criar, implantar e coordenar uma rede de porte razoável e, dessa forma, gerar bons lucros para os acionistas ou sócios da empresa franqueadora, que não precisarão envolver-se no dia-a-dia de cada unidade, nem arriscar um grande volume de capital.
·                    Feedback: A partir de um certo ponto, na existência de uma operação de Franchising, é comum que o know-how passe a transitar numa via de duas mãos.
Ou seja: se, no início, é provável que o franqueador seja apenas um fornecedor de tecnologia, a partir de um certo momento, quando seus franqueados mais antigos já se encontram em estágio mais maduro da evolução das respectivas unidades, o franqueador passa também a absorver o know-how desenvolvido ou aperfeiçoado por estes.
·                      Fortalecimento da marca: Numa operação de Franchising bem estruturada, os produtos e/ou serviços comercializados na rede chegam ao consumidor (ou o consumidor chega a eles) envolvidos pelo "clima" que o franqueador considera mais adequado para estimular seu consumo e realçar suas qualidades e, portanto, a imagem institucional da marca.
·                    Menos riscos trabalhistas: Tendo em vista que cada franqueado é, em princípio, econômica e juridicamente autônomo e independente do franqueador, é a ele, franqueado, que cabe a responsabilidade pelo pagamento dos salários e encargos e pelo cumprimento de todas as obrigações concernentes aos funcionários que trabalham em sua franquia.


Para o Franqueado

·                    Maior garantia de sucesso: Numa operação de Franchising estruturada corretamente, o franqueado adquire o conhecimento necessário à instalação, operação e gestão de um negócio cujo "modelo" já foi testado e comprovado na prática.
·                    Marca conhecida: Muitas vezes, a marca do franqueador já é bastante conhecida do público consumidor. Ou, graças aos esforços cooperados de todos os integrantes da rede, tem melhores chances de se tornar mais conhecida do que uma marca nova que esteja na fachada de um único negócio que o empreendedor precisa desenvolver do zero.
·                    Facilidade na instalação: Um bom franqueador, que esteja preparado de verdade para cumprir seu papel, preocupa-se em oferecer a seus franqueados toda uma série de benefícios e serviços que facilitam a implantação e o início da operação, especialmente no que se refere a: assessoria na escolha do ponto,
projeto para a instalação da unidade, assessoria na aquisição dos materiais, instalações, estoques e insumos, treinamento e orientação quanto a práticas administrativas e comerciais.
·                    Desenvolvimento Contínuo: os franqueadores mais bem-estruturados têm condições de coletar informações e sugestões de cada um dos integrantes da rede para, em seguida, processá-las e repassá-las aos demais.
·                    Maior poder de negociação: devido ao tamanho da rede e à sua perspectiva de crescimento, o franqueado consegue ter acesso a preços reduzidos e condições de pagamento (e, em alguns casos, de entrega também) mais facilitadas e, inclusive, junto a alguns fornecedores com os quais jamais conseguiria fechar uma negociação por conta própria.

DESVANTAGENS

Para Franqueador
·                    Perda de controle sobre os pontos de venda: evidentemente, uma empresa que distribua seus produtos/serviços através de uma rede de unidades próprias, ou filiais, operadas e geridas por funcionários seus, provavelmente terá maior controle sobre o que se passa em cada um desses pontos de vendas.
·                    Divisão da receita: é comum que as unidades próprias do franqueador (cujo lucro reverte integralmente em seu benefício) gerem, para ele, uma lucratividade superior àquela que resulta das franquias (das quais recebe apenas os royalties e não o lucro integral por elas gerado).
·                    Retorno a prazos mais longos: para realizar um bom trabalho no planejamento e na formatação de uma operação de Franchising, o franqueador deverá realizar investimentos que somente serão amortizados a partir do momento em que um determinado número de franquias estiver em funcionamento, gerando royalties e outras verbas.

3.    Risco vinculado a atuação dos franqueados

Ao conceder franquias permitir a atuação de terceiros (franqueados) dentro da rede, o franqueador expõe a rede à performance de cada franqueado. Uma única unidade que atuar fora dos padrões pode comprometer a imagem da marca e, portanto, a rede como um todo. Daí a importância do franqueador desenvolver técnicas e ferramentas de acompanhamento dos franqueados em complementaçãoao suporte prestado.

Para o Franqueado

·                    Riscos inerentes à má escolha do franqueador: há inúmeros riscos que podem resultar de uma escolha mal feita, no que tange ao franqueador a quem o franqueado se vincula. Há franqueadores que nem chegam a se dar conta de que, ao iniciarem a concessão de franquias, estão ingressando num novo ramo de negócios.
·                    Menos liberdade de ação:no geral, pela sua própria essência, uma boa operação de Franchising implica num mínimo de padronização. O sucesso da rede depende das semelhanças entre as unidades que a compõem. Isso significa que um franqueado geralmente está sujeito a mais limitações do que estaria como dono de um negócio independente.

4.    Risco vinculado à performance do franqueador

Se o franqueador falhar no desenvolvimento de um método, de um sistema, de um produto, de uma campanha publicitária, etc., o franqueado acabará sofrendo as consequências.
·                    Risco vinculado à imagem da marca: qualquer fato (ou boato) que afete a imagem da marca pode afetar (e muitas vezes tem afetado) os negócios de cada uma das franquias.
·                    Limitações à venda do negócio: a seleção correta do franqueado é um dos fatores mais delicados e mais importantes para o sucesso de uma operação de Franchising. Sendo assim, é comum que o Contrato de Franquia contenha limitações à transferência, pelo franqueado, dos direitos e obrigações que lhe resultam desse mesmo contrato.
·                    Limitações na escolha de produtos e de fornecedores: é bem comum que os contratos de franquia estabeleçam, para o franqueado, a obrigação de adquirir certos insumos, serviços, etc., apenas de fornecedores licenciados pelo franqueador, ou, ao menos, que observem determinados padrões e determinadas especificações ditados pelo franqueador.






5.    Diferenças entre Franquia e Negócio Independente

Antes de entrar no sistema de franquia, é importante que o novo empreendedor compare as vantagens e desvantagens específicas entre um negócio independente e uma franquia.

1.            Quanto ao Produto ou Serviço.
Franquia:
- Oferece produtos ou serviços já desenvolvidos, testados e implantados no mercado, dependendo do tipo de franquia.
 - Oferece, de imediato, marca de produtos ou serviços, com boa aceitação de Mercado, dependendo do tipo de franquia.
- O franqueador tem liberdade limitada na escolha de produtos ou serviços dependendo da modalidade de franquia, para evitar riscos de mercado.

Negócio Independente:
- Requer Know - How, para criar produtos ou serviços, desenvolver, testar e implantar no mercado.
 - Requer tempo para conquistar a aceitação do mercado, de marca e de produtos ou serviços a serem comercializados.
- O empreendedor tem plena liberdade para escolher produtos ou serviços, embora com riscos de Mercado.

6. Quanto a Localização
Franquia:
- Fornece consultoria para escolha do local e arranjo físico da empresa, dependendo da modalidade de franquia.
- A consultoria da franquia já é testada no mercado, dependendo do tipo de franquia e modalidade.
- O custo da consultoria é menor que no negócio independente, (economia de escala).

Negócio Independente:
- Há necessidade de contratação de consultoria externa, em caso de inexperiência do empreendedor.
- É necessário testar a localização, de forma independente.
- O custo da consultoria é maior que na franquia, (custo unitário, independente).

7. Quanto a mercado
Franquia:
- Oferece a marca testada, experimentada e com aceitação de mercado, dependendo do tipo de franquia.
- Fornece consultoria para pesquisa e conhecimento do mercado específico, dependendo do tipo de franquia, nos seguintes aspectos: área de atuação, produto ou serviço, público potencial, concorrentes, fornecedores, preços e comercialização, propaganda, publicidade e promoções e planejamento de marketing.
- O custo da consultoria é menor que no negócio independente, (economia de escala)

Negócio Independente:
- Há necessidade de pesquisar marcas já testadas,experimentadas e com aceitação de mercado.
- Há necessidade de contratação de consultoria externa, em caso de inexperiência do empreendedor, para realizar pesquisas e estudos de mercado, referentes aos seguintes aspectos: área de atuação, produto ou serviço, público potencial, concorrentes, fornecedores, preços e comercialização, propaganda, publicidade epromoções e planejamento de marketing.
- O custo da consultoria externa é maior que na Franquia, (custo unitário, independente)

8. Quanto a Administração de Pessoal


Franquia:
- Fornece consultoria em administração de pessoal, metodologia, incluindo aspectos legais e jurídicos, dependendo da modalidade de franquia.
- A consultoria da franquia já é testada no mercado, dependendo do tipo de franquia e modalidade.
- O custo da consultoria é menor que no negócio independente, (economia de escala).

Negócio Independente:
- Há necessidade de contratação de consultoria externa, em administração de pessoal, incluindo aspectos legais e jurídicos, em caso de inexperiência do empreendedor.
- É necessário testar métodos de administração de forma independente.
- O custo da consultoria é maior que na franquia, (custo unitário, independente).

9. Quanto ao Suprimento/Máquinas e Equipamentos


Franquia:
- Fornece consultoria para especificar material, máquinas e equipamentos e administrar a relação comercial com fornecedores, incluindo jurídica, dependendo da modalidade de franquia.
- Compra por volumes, com menor custo unitário, para o franqueado.
- A consultoria da franquia já é testada no mercado, dependendo do tipo de franquia e modalidade.
- O custo da consultoria é menor que no negócio independente, (economia de escala).
- A liberdade do franqueado é limitada,porém com menores riscos no mercado de fornecedores.

Negócio Independente:
Há necessidade de contratação de consultoria externa, ou de bastante pesquisa pelo empresário, na aquisição de suprimentos, máquinas e equipamentos, para obter menores custos.
Na administração da relação comercial com fornecedores, em caso de problemas jurídicos, o empresário assume responsabilidade integral.
- Os custos unitários são maiores para empresário independente, pelo pequeno volume de compras.
- É necessário testar tecnologia ecustos de suprimentos, máquinas e equipamentos, de forma independente.
- O custo da consultoria externa é maior que na franquia, (custo unitário, independente).
- O empresário tem total liberdade para seleção e aquisição, podendo enfrentar maiores riscos no mercadode fornecedores.

10. Quanto a Finanças

Franquia:
- Fornece consultoria em administração financeira, incluindo aspectos legais e jurídicos, dependendo do tipo e da modalidade de franquia.
- A consultoria da franquia já é testada no mercado, dependendo do tipo de franquia e modalidade.
- O custo da consultoria (taxas de franquia) é menor que no negócio independente, (economia de escala).
- Há liberdade limitada para o franqueado, com menores riscos.

Negócio Independente:
- Há necessidade de contratação de consultoria externa, em administração financeira, incluindo aspectos legais e jurídicos,em caso de inexperiência do empreendedor.
- É necessário testar métodos de administração de forma independente. O custo da consultoria é maior que na franquia, (custo unitário, independente).
- Há liberdade total para o empresário, embora com grau de riscos

Taxas que envolvem a franquia

As taxas são valores geralmente cobrados pelos franqueadores profissionais, em contrapartida à tecnologia, uso de marca e/ouserviços que prestam aos franqueados.

Taxa de Franquia:

- É uma taxa inicial, ou " Franchising Fee".
- O valor é único pago na assinatura do contrato
- Permite ao franqueado a licença para operacionalizar a franquia.
- O cálculo é dimensionado pela remuneração.

Royalties:
- É o valor periodicamente pago pelo franqueado ao franqueador.
- Remunera a continuidade dos serviços de tecnologia prestados.
- A vigência varia de acordo com o contrato.
- Constitui-se num percentual fixo, sobre o faturamento bruto da franquia.

Taxa de Publicidade, Propaganda e Promoção:

- Trata-se de um valor periódico, pago pelo franqueado ao franqueador.
- Remunera os serviços de publicidade, propaganda e promoções.
- Esta taxa é rateada entre os franqueados da rede, na divulgação da marca e dos produtos e/ou serviços.
- Pode ser uma taxa fixa ou não.
- Depende da forma de administração do franqueador

11. O Caminho para o Próprio Negócio

Geralmente, as empresas que estão iniciando a sua atuação faltam definir seu foco de mercado. Com isso, surge uma ação emergencial de descobrir o mercado que estão localizados seus potenciais clientes.
Esse processo parte da busca de construir o modelo de negócio da empresa, isto é, definir o perfil e comportamento de sua clientela, quais os canais de comercialização mais eficaz, quais os produtos e serviços que precisam estar contemplados.  O planejamento é a peça chave do sucesso do inicio e de toda trajetória da empresa com isso vai se aprofundar noassunto ou ramo, e para ser realizado tem que  ter  ajuda de profissionais para prestar suporte necessários, pois a maioria das empresas que sofrem falência prematura são que não tem o seu plano negocio.  É a partir do planejamento que o empreendedor conhecedo  perfil e comportamento de seus clientes precisam ser estudados, compreender os problemas que eles vivenciam no processo de consumo, gerando alternativas e validando essas informações.
Os canais de comercialização são inúmeros, o detalhe é: qual o mais eficaz para atingir os clientes. Sempre pensando na realidade atual e futura. Quanto à mudança de comportamento de consumo, como as possibilidades de ganho de escala de vendas ou um modelo que possa ser replicado.
O mix de produto e serviço que melhor vai atrair seu publico alvo e que se sintam contemplados no processo de compra. Ao se ter a clareza dessas informações, pode-se desenhar o processo operacional da empresa que se chegará ao modelo de negócio .E todas as decisões empresariais partirão desse modelo, inclusive a análise da viabilidade econômico-financeira. Enfim, o que o empreendedor deve fazer para estimular sua criatividade e gerar idéias é observar tudo e todos, de forma dinâmica, sem se preocupar, ou não com uma boa oportunidade nas mãos. 

12. Principais exigências do sistema de Franchising (Papel do franqueado e franqueador)

Papel do franqueador

Definir e desenvolver o conceito de negócio que será franqueado; Testar na prática este conceito, em uma ou mais “unidades-piloto” que, sempre que possível, devem ser instaladas, operadas e geridas pela própria empresa franqueadora; Estabelecer as Normas, Processos, Políticas e Padrões a serem observados pelos franqueados, no que se refere à implantação, operação e gestão das respectivas franquias.
Recrutar e selecionar esses franqueados de acordo com critérios previamente estabelecidos pela própria direção da empresa franqueadora; Capacitar os franqueados (e, quando for o caso, também os integrantes das respectivas equipes, ou ao menos alguns destes), por meio de programas de Capacitação (presenciais, a distância ou híbridos), de Guias de Processos ou      manuais e outros materiais, de orientação in loco ou remota, e por outros, garantindo aos franqueados o acesso aos conhecimentos de que necessitam para terem uma chance razoável de sucesso; Manter e capacitar uma equipe qualificada para assessorar, orientar e inspirar, inclusive pelo exemplo, os franqueados no que diga respeito ao cumprimento das Normas, Políticas e Padrões acima referidos; poiar e orientar seus franqueados na elaboração e implementação de planos e ações necessários à concretização do potencial de resultados de cada franquia; Supervisionar e monitorar constantemente a rede de franquias, a fim de garantir a consistência na observância das Normas, Políticas, Processos e Padrões, lembrando que tudo o que afete negativamente a imagem de uma das unidades franqueadas pode acabar contaminando a imagem de toda a rede.
Coletar, processar, analisar e difundir conhecimentos que possam fazer uma diferença positiva nos negócios dos franqueados, inclusive – e especialmente – aquilo que poderíamos definir como “as melhores práticas” da rede, sem falar nos benchmarks identificados em outras organizações, inclusive de outros ramos de negócios; Propiciar os meios necessários, tais como Intranet, encontros e convenções, para que seus franqueados se integrem e interajam de forma mais produtiva com a própria organização e entre eles mesmos

Papel do franqueado

Investigar a empresa franqueadora e seus integrantes antes de firmar qualquer documento ou efetuar qualquer pagamento relativo à aquisição de sua franquia, para ter certeza de que está se vinculando a uma marca e uma organização saudáveis, tanto do ponto de vista jurídico quanto financeiro e tributário; Investir (e reinvestir) os recursos necessários para implantar a respectiva unidade de negócios (a loja, o restaurante, a escola, o quiosque, o hotel, a oficina, ou o que quer que constitua sua unidade franqueada) e para mantê-la funcionando de acordo com os padrões ditados pelo franqueador;

Utilizar apenas os produtos, serviços e fornecedores definidos e/ou autorizados pela empresa franqueadora; pagar à franqueadora os valores relativos à aquisição e continuidade da franquia. Normalmente, esses valores incluem: taxas de franquia, ou inicial, de royalties, esta periódica, e uma contribuição, também periódica, para um Fundo Cooperativo de Marketing ou algo do gênero. Pode haver ainda a cobrança de outros valores, desde que prevista em contrato ou previamente ajustada de comum acordo entre as partes.

Arcar com os custos e despesas relacionados à operação e à gestão de seu negócio, incluindo a aquisição de mercadorias e insumos e o pagamento de salários e encargos, aluguéis, despesas com luz, água, condomínio, impostos, manutenção de equipamentos e/ou softwares, e o que mais for necessário ao, ou decorrente do, funcionamento de sua franquia de acordo com os padrões definidos pelo franqueador observar os Padrões, Normas, Processos e Políticas da rede em tudo o que se refere à implantação, operação e gestão de sua unidade franqueada, mantendo a consistência de imagem, de produto e de serviços que deve caracterizar a rede da qual faz parte; Cooperar com o franqueador e com os demais franqueados integrantes da rede na busca de diferenciais competitivos.



sábado, 31 de agosto de 2013



O que é Responsabilidade Social:

Responsabilidade social é quando as empresas decidem, voluntariamente, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.
O conceito de responsabilidade social pode ser compreendido em dois níveis: o nível interno relaciona-se com os trabalhadores e, a todas as partes afetadas pela empresa e que, podem influenciar no alcance de seus resultados. O nível externo são as consequências das ações de uma organização sobre o meio ambiente, os seus parceiros de negócio e o meio em que estão inseridos.
Existem diversos fatores que originaram o conceito de responsabilidade social, em um contexto da globalização e das mudanças nas indústrias, surgiram novas preocupações e expectativas dos cidadãos, dos consumidores, das autoridades públicas e dos investidores em relação as organizações. Os indivíduos e as instituições, como consumidores e investidores, começaram a condenar os danos causados ao ambiente pelas atividades econômicas e também a pressionar as empresas para a observância de requisitos ambientais e exigindo à entidades reguladoras, legislativas e governamentais a produção de quadros legais apropriados e a vigilância da sua aplicação.
Os primeiros estudos que tratam da responsabilidade social tiveram início nos Estados Unidos, na década de 50, e na Europa, nos anos 60. As primeiras manifestações sobre este tema surgiram em1906, porém essas não receberam apoio, pois foram consideradas de cunho socialista, e foi somente em 1953, nos Estados Unidos, que o tema recebeu atenção e ganhou espaço. Na década de 70, começaram a surgir associações de profissionais interessados em estudar o tema, e somente a partir daí a responsabilidade social deixou de ser uma simples curiosidade e se transformou em um novo campo de estudo.

Responsabilidade Social Corporativa

Existe também a responsabilidade social corporativa, que é o conjunto de ações que beneficiam a sociedade e as corporações que são tomadas pelas empresas, levando em consideração a economia, educação, meio-ambiente, saúde, transporte, moradia, atividade locais e governo. Geralmente, as organizações criam programas sociais, o que acaba gerando benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, e da própria população.

Responsabilidade Social Empresarial

Responsabilidade Social Empresarial está intimamente ligada a uma gestão ética e transparente que a organização deve ter com suas partes interessadas, para minimizar seus impactos negativos no meio ambiente e na comunidade. As empresas de hoje em dia têm cada vez mais uma consciência social, o que é traduzido pela responsabilidade social demonstrada.